Por que razão um navio, como o da imagem, não se afunda, apesar de ser muito pesado?

  • O navio não se afunda porque os marinheiros, para controlar o seu peso, são equipados com tanques que podem ser preenchidos com ar ou água.
  • O navio como o da imagem não se afundaria pois é feito de metal e o metal é um bom condutor de energia.
  • Apesar de ser muito pesado não se afunda porque ao manter o navio mais alto maior vai ser a sua energia potencial gravítica.
  • O navio não se afunda, apesar de ser muito pesado, por causa da energia potencial gravítica.
  • A razão para o navio não se afundar, apesar do peso e porque a energia gravítica e maior que a potencial.
  • Porque o navio é feito com materiais que não o façam afundar.
  • Apesar de ser muito pesado o navio não se afunda, porque fultua.

Sou professor, sou vítima de assédio moral

O governo insiste em não contar integralmente o tempo de serviço “congelado” aos educadores e aos professores. Alguma novidade? Não, claro que não. Acontece que esta é um novela que dura há demasiado tempo, que é demasiado deprimente e que, acima de tudo, tem evoluído de uma forma demasiado hostil para os profissionais da educação e do ensino.

Esta semana ficamos a saber que, com um dia de antecedência,  o governo convocou 10 sindicatos para “relançar” as “negociações”. Como já era previsível, estas “negociações” redundaram em coisa nenhuma. Além disso, ficamos também a saber que o governo só legislará novamente (?!?) sobre o assunto passados os 5 dias que os sindicatos têm para pedir uma reunião extraordinária. Continuar a ler “Sou professor, sou vítima de assédio moral”

Filósofo José Gil diz que o Ministério da Educação “virou todos contra todos”

PÚBLICO – No seu último livro apresenta o “homem avaliado” como sendo a “figura social do século XXI”. Trata-se de facto de uma alteração radical? Ser-se avaliado não é propriamente uma novidade destes tempos.

José Gil – Estamos a falar de uma situação generalizada na sociedade dita da modernização. Não é só em Portugal, é em toda a Europa. Não há duvida que não pode haver aprendizagem sem haver avaliação e que toda a aprendizagem, a mais arcaica que se conheça, a aprendizagem do discípulo que tinha um mestre na Renascença, na pintura, ou na Índia com um yogui que ensinava um discípulo. Em todas essas práticas há avaliação. Quer dizer a avaliação é inerente, necessária, à própria aprendizagem.
O que é que, se é que, se transformou nesta tal sociedade da modernização? O que é que se fez, modificou na ordem de relação entre aprendizagem e avaliação para que se possa falar agora de um homem avaliado para o século XXI? Tenho a impressão que há vários factores. Primeiro há um factor que acho fundamental. É que a avaliação arcaica era uma avaliação não quantitativa. Era uma avaliação mais qualitativa ou intensiva. Depois a avaliação tende a tornar-se funcional e se possível, quando possível, quantificada, desenvolvendo parâmetros.
E incluindo nesses parâmetros o próprio terreno de aprendizagem que não é quantificado. Há sempre na aprendizagem aquilo que se chamava antigamente na filosofia, e hoje também, a intuição. A intuição é fundamental porque se aprende à sua maneira. Não é um dado formal, universal, que se possa definir da mesma maneira para todos. Continuar a ler “Filósofo José Gil diz que o Ministério da Educação “virou todos contra todos””